Vitamina A

A vitamina A é um composto isoprenóide que contém um anel carboxílioco de seis membros e uma cadeia lateral de onze carbonos. Ela está presente em duas formas: a vitamina A1 ou retinol mais comum nos mamíferos e nos peixes marinhos; e a vitamina A2 ou retinol2 comum nos peixes de água doce. A vitamina A nos mamíferos é ativada pelos retinóis e por determinados carotenóides que estão presentes em muitas espécies vegetais (a, b, g-carotenos). Ao serem ingeridos, que não apresentam atividade de vitamina A, são convertidos nesta quando absorvidos pelas mucosas do intestino e no fígado. O b-caroteno, por exemplo, é desdobrado em duas moléculas de retinol, que é tranportado no sangue na forma de ésteres de ácidos graxos de cadeia longa.
A falta da vitamina A leva a um crescimento deficiente em animais e jovens. Os ossos são afetados, bem como o sistema nervoso. A pele fica seca e espessada, os rins e outras glândulas degeneram e os indivíduos de ambos os sexos podem se tornar estéreis. O sintoma mais evidente, porém, aparece nos olhos, com o desenvolvimento de uma doença chamada de xeroftalmia (“olhos secos”), comum em crianças e recém-nascidos com deficiência dessa vitamina. Tal doença que ocorre em regiões muito pobres, muitas vezes pode levar a cegueira noturna em adultos. A falta da vitamina A é mais comum nos indivíduos jovens do que nos adultos, onde o fígado pode armazenar uma quantidade desta vitamina suficiente para suprir as necessidades nutricionais. Durante um bom tempo. cenouraA vitamina A é encontrada em muitos vegetais ricos em caratenos como as alfaces, o epinafre, a batata-doce e a cenoura. O homem necessita de uma quantidade diária de vitamina A inferior a 1mg. A ingestão excessiva desta vitamina é tóxica e leva a formação de ossos frágeis nas crianças e ao desenvolvimento anômalo dos fetos.
A vitamina A tem um papel importante no ciclo visual dos vertebrados. Assím durante este ciclo, temos a absorção da energia luminosa pelo pigmento das células fotorreceptoras da retina, que vai formar um produto fotoquímico específico. depois este produto fotoquímico dará início ao impulso nervoso, que vai levar a formação da imagem no cérebro. Fechando o ciclo tem-se a regeneração do pigmento visual, que se torna sensível à luz novamente. Sabemos que a retina contém dois tipos de células fotorreceptoras, os bastonetes (sensível a iluminação baixa, mas não as cores) e os cones (sensíveis à intensidades luminosasaltas e também às cores). Nos bastonetes existe uma quantidade muito grande de uma proteína conjugada que absorve a luz de intensidade baixa, a rodopsina. Esta proteína é o receptor luminoso principal dos bastonetes. A rodopsina é formada por uma proteína chamada de opsina, que está fortemente ligada ao 11-cis-retinal (o aldeído da vitamina A). Quando a luz incide sobre a rodopsina a ligação 11-cis-trans é convertida em retinal-todo-trans, por uma rteação puramente fotoquímica. Esta reação fornece um estímulo para a continuidade do impulso nervoso de modo que a luz seja percebida pelo cérebro. Então quando da falta da vitamina A o ciclo visual fica prejudicado, levando a chamada cegueira nuturna.

Fontes:

Retinol: leite e derivados, gema de ovos, fígado, óleo de fígado de peixe.
Caratenóides: espinsfre, chicória, couve, tomate, pimentão, batata doce, cará, abóbora, manga, melão, caqui, pêssego, melancia, goiaba, damasaco, ameixa, mamão.

Vitamina D

luz solarEsta vitamina pode se apresentar em duas formas principais: a vitamina D2 ou ergocalciferol e a vitamina D3, também chamada de colecalciferol. Ambas as formas são encontradas em mamíferos. Pesquisas tem demonstrado que o 7-desidrocolesterol presente na pele, quando irradiado pela luz solar se transforma em colecalciferol (vitamina D3). Sabemos agora que aquela substância é o precursor natural da vitamina D3 humana. Esta é a fonte principal de vitamina D, em uma dieta normal não suplementada, já que a maioria dos alimentos contém pouca ou nenhuma vitamina D. Uma pessoa adulta necessita de 2mg desta vitamina, ao dia. A falta dessa vitamina pode levar ao raquitismo, como ocore com certa freqüencia em populações que habitam regiões com inverno prolongado, com baixa incidência de luz solar. A vitamina D pode ser arnmazenada no fígado numa dose suficiente para algumas semanas. A ingestão excessiva desta vitamina também provoca o enfraquecimento dos ossos, como a vitamina A. Isto sugere que ambas as vitaminas tem papel importante no transporte biológico e na deposição de cálcio.

Fonte: óleo de fígado de peixes fígado, leite e derivados, gema de ovos.

Vitamina E


trigoA vitamina E ou tocoferol foi isolado pela primeira vez a partir do germe do trigo. Primeiramente foi reconhecido como um fator, presente em certos óleos vegetais, que era capaz de restaurar a fertilidade de ratos. a vitamina E apresentava atividade antioxidante. Esta vitamina protege os ácidos graxos das membranas biológicas, contra os efeitos deletéricos do oxigênio molecular. sabe-se que em animais herbívoros como a cobaia, a falta desta vitamina pode ocasionar a degeneração dos rins, a necrose hepática, e a distrofia de musculos esqueléticos.

Fontes: germem de trigo,grãos integrais, aveia, nozes, amendoim, óleos vegetais, soja, semente de girassol, abóbora, gergelim e linhaça.

Vitamina K


nozesExistem pelo menos duas formas de vitamina K: a vitamina K2 e a menadiona ou vitamina K3. Esta vitamina é produzida principalmente por bactérias intestinais. A carência desta vitamina torna o fígado incapaz de produzir a enzima proconvertida. Tal enzima cataliza uma etapa da formação da protrombina, precursora da trombina, proteína que acelera a forção do fibrinogênio em fibrina (fibras do coágulo sangüineo).

fontes: fígado, ovo, leite e derivados, alga marinha, alface, couve flor, brócolis, espinafre, batatas, tomate, banana, maçã, morango, chá preto e verde e bebidas a base de cola.

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1 Commentario(s)

By: wellysson gomes on

foi muito massa!!!falô obrigado pela dik!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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